Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Organização das Nações Unidas (ONU) advertiu hoje (8) o presidente da China, Hu Jintao, sobre o elevado número de pessoas desaparecidas no país. O alerta foi transmitido pelo grupo de trabalho das Nações Unidas que analisa o problema dos desaparecimentos forçados. Em comunicado, o grupo apela aos chineses para que tomem providências e libertem as pessoas.
De acordo com o grupo de trabalho, os desaparecidos na China têm, na maioria, participação em atividades ligadas à defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressão. Um dos casos emblemáticos é o de Pachem Lama, sequestrado em 1995 quando tinha seis anos de idade. Os peritos informaram que o governo chinês não fornece dados sobre o paredeiro dele.
Os especialistas das Nações Unidas informaram que o desaparecimento de pessoas configura crime, de acordo com o direito internacional, que entende não haver qualquer justificativa para deter pessoas que expressam de forma pacífica suas ideias.
A presidenta Dilma Rousseff deve viajar hoje à noite para a China, onde fica até o dia 18. Dilma manterá encontros com Hu Jintao e o primeiro-ministro,Wen Jiabao. Será a primeira visita da presidenta à Ásia e a terceira ao exterior. A primeira foi à Argentina, no final de janeiro, e a segunda, na semana passada, para Portugal.
Edição: Vinicius Doria
Blog Livre= Dilma depois de se proclamar paladina dos direitos humanos e condenar o Irã, vai à China, o gigante comunista campeão da violação dos direitos humanos, em uma viagem de 4 dias, A agenda dela é comercial, o país tornou-se o maior parceiro comercial do Brasil durante o governo Lula. A verdade é que com Dilma o Brasil deixou de ter política externa, voltou a ser um mero vassalo dos EUA. China e EUA mantém um acordo comercial de longa data. A China oferece mão de obra escrava ao mundo e o mundo transfere suas empresas para lá...Portanto, o Brasil pode negociar com a China, mas não com o Irã, inimigo dos EUA...Sem expressão política, Dilma vai fazer uma viagem protocolar, de pequenos ajustes econômicos, além de pagar a língua sobre os direitos humanos e mais nada...

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