O publicitário Nizan Guanaes, presidente do Grupo ABC, ficou decepcionado com a baixa presença e a baixa visibilidade do Brasil no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, neste ano. Nizan, que participou do painel “Jovens versus velhos modelos”, na sexta-feira, disse a ÉPOCA que está disposto a trabalhar de graça para promover o Brasil no encontro de 2012.
Enquanto, o Brasil tinha apenas uma dúzia de representantes da iniciativa privada e do governo, a Índia tinha cerca de 100 participantes e a China, 60. Os dois países com o maior número de representantes em 2011 foram os Estados Unidos, com 700, e o Reino Unido, com 300.
Blog Livre= Sem Lula, o Brasil sumiu do Fórum Econômico de Davos, realizado de 24 a 30 de janeiro. O Brasil quase não foi mencionado. Luciano Coutinho, presidente do BNDES, falando em nome do governo brasileiro, participou de uma mesa redonda onde só havia um não brasileiro. Clóvis Rossi, enviado da Folha de São Paulo disse:
Agora é o momento de moderar nossas despesas, o consumo, o crédito ao consumo, moderar as despesas do governo", disse Luciano Coutinho, presidente do BNDES, para uma plateia surpreendentemente modesta se se considerar o encanto que o Brasil desperta ultimamente na comunidade de negócios global.
Tanto encanto que o único não brasileiro à mesa, Vikram Pandit, executivo-chefe do Citi, até exagerou: "O Brasil tem a confiança do mundo".
Lula em 2010 não foi, por uma crise de pressão arterial, a Davos onde receberia o prêmio de Estadista do Ano e sua ausência foi manchete no mundo inteiro. Davos foi o teatro onde Lula apresentou em suas participações e discursos a grande transformação econômica do Brasil, chamada por muitos de milagre econômico.
Em 2007, início de seu segundo mandato, ele foi a Davos e fez um balanço do seu primeiro mandato e anunciou o que iria fazer no seu segundo mandato, para uma platéia plural, numerosa e atenta,,

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